Márcia.@viajante_carioca

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Márcia.

Às vezes, é preciso olhar mais pra dentro do que pra fora. Mas isso é um exercício diário, um processo. Não vai acontecer da noite pro dia.
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[ ensaio de yoga ]


17

Márcia.

Às vezes o mar tá grande, mexido, violento. Mas passa. Se não for hoje, amanhã. Ou depois. E quando vier a calmaria, é sempre bom lembrar que também vai passar. É tudo cíclico.
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Mais fotos dessa ressaca monstra do fim de semana. Passa pro lado pra ver o "tamanico".
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Mais uma coisinha: com o mar não se brinca. É preciso ter consciência dos seus limites e da situação. Infelizmente este fim de semana um bodyboarder morreu enfrentando o mar no litoral paulista. O mesmo havia sido alertado para não entrar, e mesmo assim, foi lá. Foi bem triste, o momento que ele entrou, foi alertado e depois sumiu foi filmado. O mar estava bizarro e haviam muitas pedras. As ondas se encontravam, o que era ainda pior. Pra tudo há um limite.
O espetáculo é lindo de se ver. E às vezes isso basta.


57

Márcia.

Horizonte torto, qualidade baixa.
Mas a intenção era:
1. pegar o Morro 2 irmãos e o Corcovado na mesma foto,
2. Registrar um dos meus raros momentos de pura paz nos últimos meses que eu consegui fazer algo única e exclusivamente por e para mim. Só tinha eu no mar, nenhuma outra pessoa remando, e lá nas ondas quebrando na beira da praia, os surfistas.
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Às vezes, fotografia é sobre isso, apenas. E tá tudo bem.
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PS: Essa foto não é de hoje, deve ter umas 2 semanas.


55

Márcia.

Já dizia o ditado:
Mar calmo nunca fez bom...
surfista.
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~licença poética~
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Sobre um fim de tarde de ressaca no Leblon.


64

Márcia.

E finalmente chegou o inverno no Rio! Muita neve, temperaturas congelantes, cachecol, bota e sobretudo...
Er... Não, pera!
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Aqui no Rio bateu 20°, a galera já tá realmente vestida assim. Mas não chega nem perto do frio do Sul da Alemanha, quase coladinho na Áustria.
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Fussen é uma cidadezinha muito gostosa, na região da Baviera, com seus castelos e lagos lindos. E fica ainda mais marcante com uma nevasca dessas. (Isso foi o começo dela, antes de acumular a neve)


83

Márcia.

Ela trouxe dois cafés.
Nas mãos, o celular, enquanto checava se ele viria.
E ele não veio.
Nunca mais.


14

Márcia.

Tão bom se reconhecer em si mesmo, né?
Tão bom se reconectar com a sua essência...
Tão bom se sentir viva de novo, mesmo q seja preciso um esforço enorme pra sair da inércia, e mesmo que dure por alguns instantes.
Cada minutinho feliz, cada vez mais, tem um significado enorme pra mim.
Cada um sabe a sua luta, e certeza q todo mundo sempre tem algo.
Esse dia eu venci. E pretendo, no meu ritmo, continuar vencendo. Hoje meus olhos se enchem de lágrimas, mas não pelo mesmo motivo de antes, e sim pela emoção de conseguir uma vitoriazinha.
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Depois desse desabafo todo, agora sejam sinceros: curtiram essa foto? Se eu contar a novela q foi... kkkkkk .
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Ps: feito com a primeira gopro que existiu, a primeira edição, e SEM o famoso dome. (A resolução fica abaixo das edições mais novas da gopro, mas... dá pro gasto né?)
E isso na foto é um remo da prancha de SUP. .
Partiu viver! Tô voltando!!!


53

Márcia.

Uma das festas mais encantadoras, marcantes e tradicionais do nosso país, são as festas juninas. Na minha opinião, elas mostram muito mais da nossa cultura e tradição do que o carnaval, sobretudo em lugares onde o povo é de uma riqueza cultural sem tamanho, no interior do nosso nordeste e norte do país. Porém elas conquistaram já muito tempo todo o resto do país e no Rio de Janeiro não seria diferente. Particularmente eu amo a atmosfera delas. As bandeirinhas, os baloezinhos (somente os de enfeite), as comidas típicas (Isso então, acho irresistível!), as brincadeiras de criança, as roupas à caráter, as quadrilhas, a música. É tudo apaixonante, e traz uma memória afetiva.
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Esse ano eu já tava ficando meio triste por não ter ido a nenhuma, até que eu me lembrei de uma festa linda que acontece todos os anos aqui pertinho de casa. E fui. E fotografei, coisa que não fazia desde janeiro. E comi canjica. E foi lindo. No fim da festa, já de casa, pude ver os fogos que soltaram. Foi uma grande festa e que enche meu coração, como eu tanto estava precisando. .
Ontem foi dia de São Pedro, porém em muitos lugares ainda ocorrerão festas ao longo do mês de julho. .
Pra quem leu até aqui: vocês também amam essa época do ano e anseiam por essas festas?
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PS: Numa das fotos, o Cristo Redentor no canto inferior direito, e nas duas últimas a presença ilustre de uma observadora q assistia de camarote toda essa farra gostosa.
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PASSA PRO LADO QUE O GRAN FINALLE NA MINHA OPINIÃO TA LÁ.


40

Márcia.

Imprevistos acontecem. E as vezes a gente precisa tentar tirar o melhor proveito da situação. No local que essa foto foi feita, minha câmera tinha acabado de cair no chão. Foi um baita susto. Eu só queria conseguir registrar esse momento, para só então parar pra pensar se estava tudo bem com ela. (E estava!!!🙃) Não pensei duas vezes e peguei o celular. Às vezes, o melhor equipamento é aquele que você pode ter.


71

Márcia.

Poderia ser eu bem plena na foto apreciando meu espumante enquanto observava alguém dizer que "só queria alguém que fotografasse..." pra postar no feed, mas eu estava bastante ocupada atrás da câmera fazendo esta foto.
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Hoje em dia, quem não quer ter fotos bonitas, né? Existem tantos estudos por aí provando o quanto as imagens influenciam as pessoas...
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Existem algumas formas de você ter as suas fotos:
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1. Aprendendo a fotografar, parece uma dica óbvia mas por incrível que pareça não é,
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2. Contratando alguém que faça as fotos pra você,
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3. Você pode tentar apresentar um projeto, suas idéias e ver se o profissional aceita trabalhar dessa forma (o que é chamado de parceria),
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4. O interesse pode partir do profissional e o convite/proposta chegar até você.
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5. Você e o profissional serem AMIGOS e as fotos acontecerem de forma espontânea e despretensiosa. .
Boa semana!


78

Márcia.

Dia mundial dos oceanos. Fiz questão de postar uma foto do Arquipélago de Abrolhos, que tive a oportunidade de conhecer numa expedição do ICMBIO junto à alguns integrantes da tribo do Monte Roraima, incluindo seu cacique. Muitos deles estavam indo para ter a oportunidade de fazer mergulho no local mais rico em biodiversidade marinha de todo Atlântico Sul. Não sou bióloga, porém basta um pouco de pesquisa sobre a região, ou talvez conversar com um deles, para ter noção da riqueza deste lugar. Poder ter essa experiência de conhecer um local como este é um privilégio imenso, e pode estar ameaçado, junto com toda a vida ali presente, por pura ambição. Vocês já devem saber do que estou falando, da plataforma de petróleo que pretendem perfurar bem próximo dessa área. Tempos difíceis para o país, e mais ainda para o planeta.


39

Márcia.

Não tenho postado quase, por motivos pessoais, porém senti que precisava falar. É muito triste a tragédia que aconteceu em Cajon del Maipo, no Chile, assim como o outro acidente de uma família num apartamento, e as inúmeras mortes na temporada deste ano no Everest. Aparentemente, são coisas bem distintas, porém o que elas têm em comum? A exploração do turismo de forma desenfreada, ou irresponsável. Até quando vão fechar os olhos para necessárias fiscalizações com relação à segurança em prol do lucro? Quantas vidas precisam ser tiradas mais? No Everest, antes os alpinistas mais experientes que se atreviam a se desafiar a subir a montanha mais alta do mundo. A banalização levou à elevação do número de mortes. Sobre o apartamento, será que toda documentação estava em dia? Será que haviam certificações de segurança do apartamento? Não sei como o Chile verifica isto, porém aqui já recebi a empresa de gás algumas vezes para garantir que estava tudo ok. E, quanto à tragédia em Cajon del Maipo... Acho muito cômodo culpar a agência e dizer que as crianças estavam em local proibido (Foi o que a governadora alegou). Porém lá não há qualquer identificação ou bloqueio de segurança, identificando local de risco. Há testemunha da tragédia que relatou que os turistas estavam no caminho normal, aquele que se faz à pé, e que de fato, mais uma vez, não havia qualquer sinalização de risco. Isto tudo eu li no G1. Não acredito que o Chile seja inseguro, nem que Cajon seja. Só é preciso ir com responsabilidade, buscar agências REGULARIZADAS, e sim, se há risco, os responsáveis deveriam providenciar a sinalização e bloqueio dos locais. Não sei o que vai acontecer com esta atração turística, só espero que a segurança dos turistas seja garantida, assim como em qualquer destino. E quanto a nós, viajantes, vamos nos respaldar de todas as formas quanto à segurança, pesquisar com cautela sempre. Tem gente que diz que foi à Cajon del Maipo com carro alugado, não façam isso. Que os responsáveis arquem com as consequências pela tragédia, pois infelizmente as vidas perdidas não voltarão, mas podemos evitar muitas mortes se agirmos com responsabilidade. Desculpem o textão.


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