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GT-3 MEDIAÇÕES DE LINGUAGENS:PALAVRAS E IMAGENS NA ESCRITURA ETNOGRÁFICA COORDENADO PELOS PROFESSORES DANIEL DOS SANTOS FERNANDES-UFPA E JOSÉ GUILHERME DOS SANTOS FERNANDES-UFPA.
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Foto:Mayara


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Confira as mesas redondas do III EAVAAM📷🎬🎥 Acesse nosso site para obter mais informações:www.eavaam.com.br
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Amanhã começa o III EAVAAM!!📷🎬🎥
Não esqueça de se inscrever nas oficinas no ato de seu credenciamento.
Aguardamos vocês!
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Xingu ethnicities celebrating the Kuarup. Kuarup is a funeral ritual that happens yearly in order to homage the indigenous people deceased during this period of time. Tree trunks are adorned and placed in the
middle of the tribe and represent those who are gone.
The deceased families spend the whole night around these trunks crying and praying for their loved ones. 🇧🇷 Etnias xinguanas celebrando o Kuarup. O Kuarup é um ritual fúnebre que ocorre anualmente para homenagear os indígenas mortos nesse período. Troncos de madeira são enfeitados e colocados no centro do pátio da aldeia e representam aqueles que se foram.
A família dos homenageados passam a noite em volta desses troncos, chorando e orando pelos familiares. 🔜Workshop fotografando Não Modelos: SP: duas últimas vagas!
recife: setembro

Info: link na bio ou www.antropologiavisual.com.br/workshop


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This is Kami Katy, Amarü's family patriarch and one of the main leaderships of Xingu people. Kami is an thoughtful man, who speaks very low while telling stories about how Orlando Villas Boas (one of the non-indigenous men responsible by the creation of the Xingu Indigenous Park). Kami welcomed me in his house during my first trip to Xingu. However, at the time of this photo, Kami was more than a man having his hair painted with urucum tint. Kami was a man who was missing his brother, Sapaim, who passed away months ago. The Kuarup of this tribe was being made in homage to Sapaim and the tree trunk adorned with feathers that you can see in this picture beside Kami was adorned in order to represent his brother, one of the main healers of Kamaiurá ethnicity. 🇧🇷Este é Kami Katy, patriarca da família Amarü e uma das principais lideranças dos povos Xinguanos. Kami é observador, fala baixo e conta como foi criado por Orlando Villas Boas (um dos responsáveis pela criação do Parque Indígena do Xingu) e também foi um dos que me acolheram nessa primeira visita ao Xingu. Nesse momento, no entanto, Kami não dizia nada. Provavelmente, se eu mostrar a foto, ele nem se lembrará do momento em que foi tirada. Nesse momento, enquanto tinha o cabelo pintado com tinta feita de urucum Kami era um homem sentindo falta do irmão, Sapain, morto meses atrás. O Kuarup dessa aldeia estava sendo feito em homenagem a Sapaim, e o tronco adornado com penas ao lado de Kami representa o irmão, que foi um dos principais pajés da etnia Kamayurá. 🔜workshop: Fotografando não modelos
Essa semana em SP!! Duas últimas vagas!
www.antropologiavisual.com.br/workshop ou link na bio


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Coming back after a week in Xingu, invited by Amaru tribe, to document the Kuarup, an annual ritual of homage for the deceased of Xingu people. This year, the Kuarup was made to the witchdoctor Sapaim, a great leader of the Kamaiurá tribe. I'll tell more about it in the next posts.

Here you can see the Huka-Huka, a very important fight that tests the strenght and manhood of the tribes from the Xingu region. The fight begins when the 'owner of the fight' (usually one of the leaders of the tribes), walks to the center of the 'arena' and call the fighters by their names. The fighters will then get on their knees, moving clockwise in front of the opponent. Then, they will stare and grab each other, trying to knock down the opponent. 🇧🇷Voltando após um período no Xingu, a convite da aldeia Amarü, para registrar o Kuarup, um ritual de homenagem aos mortos feito anualmente pelos povos xinguanos. O Kuarup deste ano foi feito para o pajé Sapaim, grande nome da aldeia Kamaiurá, morto aos 102 anos, meses atrás. Contarei mais sobre a experiência nos próximos posts.
Aqui vocês vêem o huka-huka, uma luta com grande simbolismo, onde a força e virilidade dos jovens é testada. A luta começa quando o 'dono da luta' caminha até o centro da arena de luta e chama os adversários pelo nome. Os lutadores se ajoelham girando em circulo horário frente ao oponente, até se entreolharem e se agarrarem, tentando levantar o adversário e derrubá-lo ao chão

O huka-huka vem sendo introduzido, em caráter experimental, na formação de policiais militares do estado de São Paulo, no Brasil e também vem sendo estudada por lutadores de artes marciais mistas, de maneira a aplicá-la em combates profissionais. Entre os povos xinguanos, no entanto, o significado vai além de uma simples competição, sendo que o treinamento começa logo na infância. 🔌🔌🔌Workshop Fotografando Não-Modelos: SP na próxima semana! Últimas vagas!
Recife: em setembro
Info: www.antropologiavisual.com.br/workshop ou link na bio.


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🇺🇸below
🇧🇷"Vc consegue doação de roupa pros meus filhos? "

Ouvi isso diversas vezes entre etnias indígenas recentemente.
Difícil pensar na resposta. Consigo sim, doação de roupa, brinquedo. Mas é esse o caminho? Doações são soluções a curto prazo.

Posso ir além: dar voz global para tópicos que a mídia nacional ignora, arrecadar recursos para questões comunitárias e acima de tudo, promover o protagonismo indígena de dentro pra fora  Há anos tento atuar no Brasil e sou impedida de uma forma ou de outra. Seja devido à 'fotógrafos' que adentram aldeias com a finalidade de levar vantagem sobre os outros ou por atravessadores (organizações, instituições ou indivíduos). Quem é sincero nas suas intenções e quer fazer um trabalho sério é impedido de TRABALHAR em 99% dos casos

Fotografia etnográfica nesse país que nasci é complexo, principalmente para uma mulher. O glamour não existe, se vc acha que tem. Em outras nações trabalho com instituições idôneas que ajudam na missão de comunicar a realidade humana, independente do pedaço de terra em que nascemos. Vejo o retorno do trabalho em todas as formas. Mas aqui... em quem confiar? Onde?

Fico feliz em saber que posso compartilhar isso aqui, com milhares de pessoas do mundo todo.É mais complexo que imaginam. Sigo em mais uma jornada em breve. Orem por mim. 🇺🇸"Could you raise donations for my kids? "  I've heard this many times from indigenous people recently. Yes, I can get donations but is this the way to go? Donations are short term solutions.

I can go beyond that: give global voice to issues that Brazilian media choose to ignore, raise funds to community and cultural needs and, above all, promote indigenous protagonism inside out.

I've been trying and being blocked for years here, either due to 'photographers' who take advantage of people or by intermediators (institutions and individuals). Those who are sincere in their intentions aren't allowed to work.
I'm blessed to work abroad with reliable institutions that help me on my mission to show diversity of the human condition. But here..Who to trust?

It's harder than you think. Glad to have all of you to share it. Going on assignment soon. Pray for me.


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Missing one of the most amazing places I've been so far. It's time to come back.

The Rajasthani people are the native inhabitants of Rajasthan ("the land of kings") region of India.Rajasthan, literally, "Land of Kings") is India's largest state by area or 10.4% of India's total area). It is located on the western side of the country, where it comprises most of the wide and inhospitable Thar Desert (also known as the "Rajasthan Desert" and "Great Indian Desert") and shares a border with Pakistan.
Com saudades de um dos lugares mais incríveis que já estive até agora. É hora de voltar.

Rajastão. O maior estado da Índia, coberto pelo deserto de Thar, já foi lar de uma das civilizações mais antigas do mundo: a civilização do Vale do Indo. Séculos depois, as terras rajasthani continuam repletas de histórias e tradições presentes em suas paisagens, moradias e habitantes.⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀ ⠀👉Workshop: Fotografando não-modelos. SP em agosto, Recife em Set. ÚLTIMAS VAGAS!
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Neste mês de março, SONHOS YANOMAMI é a nova exposição do Sesc!
Produzida entre os anos 1970 e 1980, a obra de Claudia Andujar conduz um mergulho acerca dos rituais e do modo de vida do povo Yanomami.
A abertura da exposição acontece no dia 07/03, às 10h.
Além de conferir o trabalho, você pode participar da BRICOLAGEM INFINITA, um bate papo com a fotógrafa Claudia Andujar e a pesquisadora e crítica de arte Carolina Soares. No encontro elas discutem sobre a arte, trajetórias e experiências de trabalho junto aos povos indígenas.
O evento é gratuito terá distribuição de ingressos a partir das 18h30.

#Exposição #SonhosYanomami #Fotografia #Fotojornalismo #FotografiaEtnográfica #Grátis

Foto: Claudia Andujar (Opiq+theri, Perimetral Norte)


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Hoje é dia de combate à intolerância religiosa. No Brasil há uma lei que considera crime a prática de discriminação e/ou preconceito contra religiões. Porém no último ano percebemos práticas discriminatórias como invasão e destruição de terreiros, assim como o avanço de uma pauta conservadora no Congresso Nacional no sentido de acabar com o Estado Laico, que nada mais é do que o poder público respeitar e estar neutro frente a todas as religiões.

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